Todo e qualquer governante sempre terá como objetivo fazer uma boa gestão, no entanto, os primeiros dois anos quase sempre são os mais difíceis.
No primeiro ano, o gestor trabalha contra o ” comparativo” de seu antecessor e a expectativa de alcançar resultados positivos através do seu grupo de trabalho, geralmente formados por ” escolhidos e indicados”. A primeira impressão é o que fica, portanto, o respeito com as pessoas, o diálogo, a valorização do quadro de funcionários públicos e honrar compromissos com terceiros, é primordial para ser respeitado, obter respeito, parceria. admiração e comprometimento.
No segundo ano, o governante já está deve estar com seu plano de governo em andamento, é nesse momento que há necessidade de avalição continua de sua gestão, corrigir falhas, inconsistências e cobrar mais empenho e resultados de sua equipe, quase sempre há necessidade de mudanças nos cargos de confiança, aqueles que são responsáveis direto na execução do plano de governo. como ministros, diretores de departamento, secretários(municipais, federais ou estaduais), depois é seguir em frente sempre de olho nos resultados.
No terceiro ano, a equipe toda precisa estar afinada e os erros que afetam a gestão não pode mais ser compactuado, se for detectado, é fundamental a compreensão de que não é simplesmente falta de aviso ou cobranças, mas uma questão de capacidade técnica, a substituição é inevitável. No entanto, não significa que o fato de trocar um individuo que os os problemas vão acabar.
Nesse caso, o presidente, o prefeito ou o governador, precisam ficar de olho no novo integrante para não cometer erros que possam resultar em grandes perdas, se necessário, troque novamente. O gestor não pode dar espaço para quem erra e compromete a sua gestão, porém, deve valorizar e dar crédito aos acertos. O terceiro ano é ideal para avaliar a dinâmica de sua equipe de governo, essa atitude pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso.
O quarto ano de mandato é um “período mágico” de qualquer gestor , ele possui o poder de avaliação que pode levar ao céu ou ao inferno. Ele é o ” termômetro” de uma administração que pode credenciar o gestor à reeleição ou interromper um ciclo, dificuldades em eleger o seu sucessor, além de fortalecer os seus adversários. Também é durante o quarto ano que os grupos de oposição que se organizaram ainda no terceiro ano que ocorrem as desfiliações e filiações partidárias e o início da pré-campanha, exercendo uma grande pressão contra quem está no poder.
No entanto, sempre haverá controvérsias, mas esse é o meu ponto de vista.