O prefeito do município de Colombo, Helder Lazarotto, esteve essa semana em reunião com o Governo Federal, acompanhando o chefe do executivo municipal à capital federal, estiveram o secretário Municipal de Governo, Ademir Garcia, o secretário de Meio Ambiente, Zé Vicente, o secretário de Comunicação, Oneias Ribeiro e o assessor do prefeito de Colombo para projetos e planejamento, Osvaldo Tchaikovsky.
A comitiva colombense foi recepcionada pelo vice-presidente do presidente Lula, Geraldo Alckmin, onde puderam apresentar as demandas do Município de Colombo. O vice-presidente da República também ocupa o cargo de ministro de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Durante o encontro, o prefeito apresentou o projeto da Cicol-Tec (Cidade Industrial de Colombo – Tecnológica).
Localizada estrategicamente próxima da BR 116 com acesso às principais cidades do sul, a Cicol-Tec, terá uma área maior que a Cidade Industrial de Curitiba. No projeto está contemplado uma área de 12 km² equivalente a quase 20% da área urbana de Colombo. O vice presidente da República Geraldo Alckmin, designou assessoria do Ministério de Desenvolvimento para acompanhar o andamento do projeto em Colombo.
“Na politica é importante “estreitar relações”, não adianta “amar” e não ser correspondido! O município é feito por seres humanos, por isso quem está no poder deve governar para todos”.
No município de colombo existem representantes que conseguem “abrir portas” e “fazer essa pontes” de estreitamento de relações com o Governo Federal. Eu dizia em uma matéria no início do ano que Colombo estava de portas abertas com Brasília, 90 dias se passaram. O primeiro passo foi dado, agora é esperar um pouco para que o município seja contemplado com recursos e assinaturas de acordos de cooperação que há alguns anos “andaram distantes” e levantavam muralhas que impediam o desenvolvimento da cidade de Colombo ao comprometer os cofres públicos. Segundo o prefeito “pensar e planejar nossa cidade para os próximos 30 anos é pensar no presente com o olhar para o futuro. Se já tivessem se importado com essas necessidades há alguns anos, hoje nossa realidade já poderia ser outra”, disse Helder Lazarotto.