Eduardo Leite, vice-presidente da Camargo Corrêa, em depoimento para o juiz Sergio Moro, voltou a repedir o que já tinha dito em outros depoimentos.
“Por volta de 2010 eu conheci o sr. João Vaccari na saída de um restaurante em São Paulo. Ele me foi apresentado ‘esse aqui é o sr. João, o tesoureiro do PT’. Trocamos cartões. Após algum tempo fizemos contato, uma reunião no Café Jornal. Era o lugar onde eu marcava reuniões fora do horário do expediente porque fica muito próximo à minha residência. Ele (Vaccari) também disse que era próximo da casa dele. Passamos a nos encontrar nesse endereço. Um primeiro encontro, no segundo ele me abordou. ‘Olha, estamos atrás de doações eleitorais e sei que a Camargo Corrêa está em débito com a nossa área de Serviços da Petrobrás, você não está conseguindo cumprir os repasses para que esse dinheiro chegue. Não quer fazer isso através de doação eleitoral?”