Assim que a presidente Dilma Rousseff (PT) for afastada pelo Senado, provavelmente no próximo dia 12 de maio, a executiva nacional do PMDB vai intervir no diretório do Paraná e tirar o comando do partido das mãos do senador Roberto Requião. Requião é um dos senadores do Paraná que é contra o impeachment da presidente Dilma, juntamente com a senadora Gleisi Hoffmann.
A comissão interventora terá Rodrigo Rocha Loures, o deputado Osmar Serraglio e o ex-governador Orlando Pessuti. Um dos três assumirá a presidência do PMDB no Estado. Com isso voltará a paz reinar no PMDB paranaense.
Uma das grandes mudanças poderá acontecer em Colombo onde o senador dissolveu o diretório e já lançou a pré-candidatura do empresário Plínio Schmidt, um candidato sem “expressão politica” para evitar que Beti Pavin seja reeleita.
Por outro lado, a quem diga que Requião lançou Plinio como candidato com a intenção, em tese com o desejo que Beti Pavin seja reeleita. Nesse caso o empresario bem sucedido estaria apenas participando como um figurante, no final descobriria que serviu apenas como uma “peça obsoleta” nas mãos de Requião.
Com a saída de Plinio cresce as chances de Joel Cordeiro(PSD), pré-candidato a prefeito, mas para isso terá que deixar “também” no purgatório a imagem que carrega do ex-prefeito J.Camargo.
Em Colombo, quem se aventurar a candidatar-se a prefeito e tiver ligações com o ex-prefeito, terá que fazer uma raspagem para se desgrudar da sua imagem, isso porque o povo não quer ouvir por um bom tempo o nome do ex-prefeito como candidato ou que esteja apoiando alguém.
