Coronavírus ameaça o futuro de Colombo ?

Após o ano de 1878 com a  implantação da Colônia Alfredo Chaves o município iniciou uma crise de ” batismo”, mudando o nome para Capivari e depois Colombo. “Não basta mudar o nome público se não muda o modo de pensar de seus governantes”. O bom administrador precisa fazer primeiramente um pacto com as pessoas que moram na cidade e ter compromisso, e  ” nunca” priorizar alianças com políticos em troca de apoio ou grupos de empresários que possam financiar campanhas.

Cada cidadão tem algo a reclamar, mas  podemos também fazer algo para mudar. A situação poderia ser um pouco diferente se tivéssemos alguém aqui da ” terrinha” eleito como deputado na  Assembleia Legislativa do Paraná ou na Câmara federal em Brasília, pois as emendas parlamentares seriam ” generosas”.  Temos que reconhecer que o município tem recebido apoio de alguns parlamentares, mas é muito pouco em relação as necessidades da população. E já está provado que a participação política da população na cidade é grande, o que falta é confiança nos candidatos. Um exemplo de necessidade nesse período de pandemia do coronavírus é a  falta de um hospital em Colombo, agravado ainda mais com  o fechamento da Santa Casa.

Outro problema que vem se arrastando ao longo dos anos é a falta de planejamento continuo para o desenvolvimento da cidade. Cada administração tem pensado em uma “Nova Colombo, ” Novos Rumos”, “Novos  Caminhos”, ” Colombo No Rumo Certo” etc… isso tem provado que é ilusão.. não passa de ” titica” criada na cabeça de “marreteiros políticos” que ganham a grana e depois desaparecem. Que tal um compromisso registrado em  cartório da ” Colombo que o  Povo Precisa”.

O momento de mudar o destino de Colombo ou dar continuidade ao atual modelo  para mais 4 anos é a próxima eleição de outubro onde serão escolhidos 17 vereadores e uma prefeita(o). O povo precisa reagir e exigir  compromisso firmado em cartório de projetos que tragam avanços para cidade na  geração de  emprego, trabalho,renda e melhoria significativa na área da saúde. O futuro de Colombo está  nas mãos de 140 mil eleitores  divididos entre imigrantes e migrantes.

Outra alternativa é que a crise do coronavírus possa reviver à época de 1878, ocorrendo uma  divisão do município, dando origem a duas cidades, a Colombo dos imigrantes e a Nova Colombo dos migrantes.

 

Share This Article
Nenhum comentário