Sexta-feira foi marcada por despedidas dos pré-candidatos a vereador que são servidores da prefeitura de Colombo

Câmara Municipal
Foto: BIC

eleição de 2020 será decisiva para os pré-candidatos a vereador que se desincompatibilizaram de suas funções de servidores da prefeitura de Colombo, eles se despediram de seus  colegas na ultima sexta-feira (14), último dia em que legalmente era permitido suas  atividades à frente do cargo conforme determina a Justiça Eleitoral.

Há menos de 90 dias da eleição, 37 servidores que se desincompatibilizaram já definiram também seus candidatos a prefeito, destes, 27 pré-candidatos e pré-candidatas pertencem a partidos da base do pré-candidato a Prefeito Sérgio Pinheiro e 10 pré-candidatos e pré-candidatas divididos entre os demais pré-candidatos  a prefeito dos demais partidos.

Sendo assim, 73% dos servidores e servidoras que se preparam para convenção visando disputar uma vaga na Câmara sinalizam apoio a Sérgio Pinheiro e  27 % estão divididos entre as 4 demais pré-candidaturas a prefeito.  As convenções partidárias para a escolha dos candidatos deverão ocorrer entre 31 de agosto e 16 de setembro

Nesse momento deve passar um filme na cabeça de cada um, para alguns pode significar um até breve ou uma cadeira garantida na Câmara Municipal, para outros o conceito da dúvida. Mas o que não pode faltar é o otimismo e disposição de gastar a sola do sapato para disputar os votos dos 145 mil eleitores colombenses.

Nossa reportagem apurou alguns nomes conhecidos da população que  estão no páreo, como os ex-vereadores Renato da Farmácia e Hélio Feitosa, o ex-prefeito João Dalprá, o blogueiro Maicom Martins, o fotógrafo Márcio Fausto, o diretor de esporte Gilmar Franco e o ex-conselheiro tutelar Joel Bueno. Nesta lista temos também professoras e diretores de escolas.

A eleição começa em tese no dia 26 de setembro, que é o último dia para registro de candidaturas, porém, a Propaganda Eleitoral só poderá ser iniciada depois que o candidato tiver recebido seu CNPJ e aberto sua conta bancária de campanha. Isso porque, viabilizar gastos antes da formalização da conta, pode resultar na arrecadação ilícita e gasto ilícito de campanha, cuja pena pode ser a cassação da candidatura.

A sorte está lançada!

 

 

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