
A denúncia cita quatro vítimas, uma delas com 15 anos na época dos fatos, praticados em 2019. Sob o pretexto de realizar rituais, o criminoso se valia do contexto religioso para submeter as mulheres a práticas sexuais, além de impor situações de tortura e condição análoga ao trabalho escravo. No caso da esposa do pai de santo, também ré no processo, o MPPR requereu a absolvição, por falta de provas que demonstrassem dolo na sua conduta.
A condenação foi proferida nesta semana, em 10 de fevereiro, pelo Juízo da Vara de Infrações Penais Contra Crianças, Adolescentes e Idosos de Curitiba. O processo tramita sob sigilo, para proteção das vítimas. O homem está preso desde o ano passado e segue detido. Cabe recurso da decisão.
Autos nº 0010244-30.2020.8.16.0013 – Fonte: MPP