Cientistas confirmam como e quando será a morte do Sol

Foto: Ivan de Colombo

A Terra reúne várias das condições fundamentais para a vida como conhecemos. Seja em nosso tamanho, como também em nossa distância ao Sol. Apesar disso, um tema comum da ficção científica é a colonização de outras planetas pela humanidade. Apesar de ainda ser assunto de ficção, isso está cada vez mais perto da realidade, entre avanços e contratempos. Desafios urgentes colocados para a nossa espécie, como o aquecimento global, também nos fazem questionar se tudo por aqui estaria perdido. Isto é, se não seria melhor focarmos nossos esforços em sair da Terra.

A ciência tem apontado que há esperança em nosso planeta, se mudarmos as coisas por aqui. O que nem todos imaginam, porém, é que realmente teremos que sair da Terra uma hora ou outra. E é a própria evolução do Sol que irá nos obrigar a isso. Não há motivo para pânico, contudo. Pelo menos, não agora, mas provavelmente em cerca de 1 bilhão de anos.

A evolução de uma estrela de baixa ou média massa, como o Sol, segue uma vida estável em seu início. Após seu nascimento, em uma aglomeração de poeira e gás chamada de nuvem molecular, passa a maior parte de sua vida queimando hidrogênio em seu núcleo para gerar energia. Após extinguir seu combustível inicial, a estrela cresce e passa a queimar outros elementos. A partir de certo momento, porém, isso não se torna mais possível, dependendo da massa da estrela. Ocorre um colapso, por não conseguir mais produzir energia para compensar a própria gravidade. Diferentemente de um processo de supernova, entretanto, a estrela em questão não explode. Em vez disso, libera seu material externo em uma nuvem de gás. Seu núcleo se torna uma anã branca, uma estrela densa e pequena caminhando para a morte, envolvida pela nuvem que chamamos de nebulosa planetária.

 Mas o resultado de todo esse belo processo para nós não é tão bonito. O Sol deve aumentar seu brilho a cada bilhão de anos em cerca de 10%. Pode não parecer muito, mas essa porcentagem já representaria mudanças catastróficas em nosso planeta. Além disso, sua transformação em gigante vermelha devoraria a Terra e todo o Sistema Solar até Marte. Fonte: Socientifica

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