Desde o século passado o município de Colombo sofre com a estigma de ser a “Cidade dormitório de Curitiba”, enquanto isso as centenárias indústrias de cal pouco contribuíram na geração de emprego e desenvolvimento da cidade, além de sufocarem a sede do município, impedindo o seu crescimento. Em 2020, surge uma mudança de rumo adotada pelo eleitor colombense na escolha dos novos parlamentares que compõe Câmara Municipal e para o poder Executivo, demonstrando o interesse do povo por mudanças e um recado direto que não podemos mais optar por um Downgrade.
Saindo do “centro histórico” de Colombo que merece o nosso respeito, principalmente aos que trabalham na área rural e pela sua história de colonização, temos o início de um corredor de progresso pela Rodovia da Uva que margeia bairros como Roça Grande, Olaria e Osasco, bairros que possuem um enorme potencial de crescimento que precisa ser valorizado.
Porém, os caminhos para o progresso do município ainda seguem pela Estrada da Ribeira, onde concentra-se bairros populoso como Rio Verde, Campo Alto, Maracanã, Atuba, Vila Guarani, Guaraituba e Monte Castelo. São rotas de crescimento que somam-se a Rodovia Regis Bitencurt (BR-116), que liga Colombo do ” Oiapoque ao Chuí. Nas margens da Rodovia no território Colombense, está instalado o Centro Industrial Mauá e uma grande população instalada no bairro Zumbi dos Palmares e Vila Liberdade que representam quase 20 mil habitantes. Com todo esse potencial, Colombo sempre foi limitado em relação as demais cidades da região metropolitana de Curitiba e acabou ganhando o titulo de “cidade dormitório de Curitiba.
Em apenas 14 meses através do trabalho da nova administração e do secretário de Indústria, Comércio e Turismo Plínio Toniolo Schmidt, surge um “upgrade de crescimento”, buscando melhorias da qualidade de vida da população. Essa nova visão de administração começa a surtir efeitos positivos, o município ocupa o 9º ( nono ) lugar entre os 399 municípios na geração de empregos e 1º na região metropolitana, só atrás de Curitiba. Esse é um claro indício que a “Cidade de Colombo Acordou” e , cresce de forma ordenada.

A vinda de indústrias para Colombo tem retido a mão de obra que antes precisava ir para outros municípios. Além de atrair essas indústrias, a instalação em Colombo de grandes empresas do setor de varejo, vem alavancando o número de empregos, bem como empresas do setor de serviços.
Um dos grandes exemplos de que as ações estão sendo efetivas e que o poder público consegue mudar para melhor, é a instalação até agora de empresas como Dacla Carretas e Reboques, Plansul. Gigante Atacadista(Condor), Famit, Max Muffato, entre outras já se instalaram em Colombo com um investimento acima de R$ 170.000.000,00.
“Uma única empresa está gerando cerca de 1.500 postos de trabalho. Quanto mais atividade comercial e industrial em uma localidade, maior é a geração de oportunidades de emprego e acaba fortalecendo o comércio que está ao seu redor e beneficia o consumidor. Precisamos continuar olhando para ambos os sentidos e fazendo a melhor escolha pra mudar a nossa realidade e viver nela” disse Plínio Toniolo Schmidt .
O secretário ainda ressalta que atualmente a lei de incentivos do município, oferece apenas 3 incentivos e desde 2021 trabalha em um projeto de lei que deverá entrar em vigor ainda neste primeiro semestre, contemplando 11 benefícios para empresas novas e para as antigas em processo de expansão.
Para continuar com o plano de crescimento, já está em fase de aprovação da CICOL-TEC a cidade industrial/tecnológica de Colombo, que em sintonia com o novo Plano Diretor oferecerá um polo industrial para o município de Colombo. “Estamos deixando de ser a cidade dormitório de Curitiba e iniciando a retomada do crescimento com as ações implantadas até agora. Para isso estamos trabalhando muito em um tripé de planejamento: Geração de postos de trabalho; Qualificação de mão-de-obra e Transporte eficiente. Sabemos que Colombo pode Mais e podemos fazer muito Mais por Colombo” , pontuou o secretário.