Colombo não pode mais pagar pelo descaso!

O cidadão fica sem água, sem energia e sem internet diante de tantos problemas causados por empresas como a Sanepar, a Copel e operadoras de telefonia. A população de Colombo já não suporta mais conviver com falhas recorrentes nos serviços essenciais, que, além de caros, estão aquém da qualidade esperada. Soma-se a isso o impacto ao erário público, frequentemente prejudicado por intervenções que deixam um verdadeiro rastro de destruição.

Obras mal executadas, calçadas danificadas, buracos sem acabamento, sujeira nas ruas, quedas de energia e fios soltos em postes evidenciam fragilidades na fiscalização e no acompanhamento das intervenções.

A Sanepar lidera as reclamações, principalmente pela má recomposição de vias após intervenções. Já a Copel enfrenta críticas pela instabilidade no fornecimento e pela necessidade de investimentos na rede elétrica . As empresas de telefonia e internet também contribuem para o cenário, com fiações desorganizadas, cabos soltos e serviços instáveis.

Apesar das constantes denúncias da mídia e da população, os problemas persistem. Audiências públicas, embora relevantes, não têm gerado soluções práticas.

Destaca-se a atuação do gestor público e ex-vereador Marcos Dumont que esteve no local representando a Secretaria de Obras, acompanhando uma intervenção da Sanepar no Jardim Monza. Também ao vereador Maicon Martins que esteve no local e usou a Tribuna Livre na Câmara para relatar o fato, e ao vereador Renato da Farmácia que acompanhou a situação por meio de registros enviados pela comunidade.

Não faltam denúncias — o que falta é o acompanhamento rigoroso da execução das obras por parte dessas empresas. Serviço essencial não é favor. É obrigação.

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