Uma cidade do tamanho e da importância de Colombo como a oitava cidade em número de habitantes no Paraná , não pode continuar abrindo mão de protagonismo político. Durante anos, os votos da população foram disputados como se Colombo fosse extensão eleitoral de outros municípios, servindo de base para projetos políticos externos enquanto a cidade seguia sem voz própria e representatividade consolidada na Assembleia Legislativa.
A construção de uma aliança em torno de um único nome surge justamente da compreensão de que chegou o momento de Colombo exercer sua soberania política. “Não se trata de excluir ninguém, mas de reconhecer uma necessidade histórica: unir forças para fortalecer um projeto local, legítimo e comprometido com os interesses da cidade”.
Para quem conhece o mapa político de Colombo, sabe que essa discussão já não pode mais ser adiada. A ausência de representação própria limita a capacidade do município de disputar recursos, investimentos e espaço institucional. E quando a cidade começa a debater independência política, naturalmente isso incomoda velhos e novos caciques de fora, acostumados a tratar Colombo como curral eleitoral e a enxergar seus votos como patrimônio particular.É preciso afirmar com clareza: há espaço para todos no processo democrático. Porém, é inegável que, se até pouco tempo parecia improvável unir diferentes lideranças e setores políticos em torno de uma única candidatura, hoje esse cenário se mostra possível e necessário.
Nesse contexto, Evandro Lazarotto desponta como pré-candidato a deputado estadual capaz de reunir diálogo, articulação e identificação com os anseios locais. Durante evento realizado em Colombo, o governador Ratinho Junior declarou publicamente sua identificação com Evandro e reconheceu nele um nome com condições de representar a cidade.
Colombo não pode permanecer refém de interesses externos. O município amadureceu, cresceu e construiu identidade própria. O debate sobre a soberania colombense já está em andamento e traduz um sentimento cada vez mais presente entre lideranças e população: Colombo precisa ocupar seu espaço com independência, força política e representação legítima.